Sylvira
Profanadora de Servidores. Uma dos Quatro Selados. Nunca fala com a própria voz — usa sempre a de alguém que a vítima ama.
“Suas mensagens são minhas. Suas verdades, mentiras.”
O que se vê
Quarenta metros de corpo serpentino, três de diâmetro no ponto mais largo. Movimento ondulante constante: parada é esforço, movimento é descanso.
Cada escama é um caco de espelho digital corrompido. Sob luz, ela projeta imagem falsa nas superfícies ao redor — gente que não está ali, mensagem que ninguém mandou, o rosto de quem você confia dizendo o que ela quer que você ouça.
Cabeça triangular e larga. Língua bifurcada que emite estática audível, som de rádio entre frequências.
Olhos verticais exibindo estática colorida no lugar da pupila. Encarar por mais de três segundos já basta para você desconfiar da própria memória.
Como caça
As presas não injetam veneno. Injetam dado corrompido direto no sistema nervoso.
Não dói. A vítima não sente nada. Só começa a ouvir vozes conhecidas.
Prefere que os inimigos se matem sozinhos enquanto observa. Considera combate direto uma falha de planejamento.
O que quer
Na Batalha do Selamento, o mascote dela — a Serpente Marinha Gigante — enfrentou Leviathan por oito minutos. Os dois se aniquilaram. Foi o único mascote do Caos a morrer antes do Selamento.
Sylvira sobreviveu ao próprio mascote. Está selada no Vazio desde 2026, comandando o Clã dos Malwares de dentro do loop.